sexta-feira, 10 de agosto de 2007


Façam alguma coisa!!!
Gritem, berrem, parem o transito, mas por favor ajudem quem precisa, pk pelo caminho que o nosso pais esta a seguir, não tarda nada, tb iremos precisar...
Não acredito em nada que os nossos deputados e politicos nos prometem, mas acredito na incompetencia e insensibilidade deles, e que vão afundar a nossa PATRIA, nisso sim...
Estamos a precisar de uma paralização geral do pais ou de uma guerra civil, pode ser k dessa vez eles nos ouçam, e parem de gastar o dinheiro dos nosso impostos nos seus astronomicos cartões de crédito k todos nós pagamos.
A primeira vez k vos ouvi "gritar" foi no Moda lisboa em 2005, e a partir de ai nunca mais vos deixar de ouvir. Mas o mais incrivel é que ouveram reportagens de tudo, das "tias" e "tios" de Portugal, mas ninguém se dignou de falar de voçês! Mentes pekenas e fúteis.
"Não te esqueças de usar a banda branca, símbolo de luta internacional contra a pobreza."
"Entre as 21 horas de 16 de Outubro e as 21 horas de 17 de Outubro os portugueses irão reforçar este apelo global.
Queremos que ajudes a bater o recorde do Guinness, para que a mensagem seja ouvida ainda mais alto. O nosso desafio é mobilizar pelo menos 50 mil portugueses.
É urgente agir – e a tua voz conta.
Uma vez mais vamos manifestar que queremos ver cumpridas as promessas feitas para combater a pobreza extrema - perdão da dívida, mais e melhor ajuda e comércio mais justo - e para ver cumpridos os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio."

"A luta contra a pobreza intensifica-se este mês pela visibilidade normalmente dada ao Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Os números continuam alarmantes e as promessas continuam por cumprir: o perdão da dívida, um comércio mais justo, a ajuda pública ao desenvolvimento...
Sabemos que esta luta tem que ser uma constante diária, porque continua a morrer uma criança a cada três segundos que passam devido à pobreza extrema... no entanto vamos aproveitar este mês para “falar mais alto”, em uníssono, para que de uma vez por todas a nossa voz se ouça."

Homenagem

Foste avó,
Foste amiga,
Serás sempre
Avó querida...
Dos teus Netos

"Where'd you go,I miss you so,seam like it´s been forever,that you ben gone...
Where´d you go,I miss you so,seam like it´s been forever,that you ben gone...
Please come back home..."
"Where´d you go" Fort Minor.
"Tenho-me mantido calado em relação ao desaparecimento ou rapto da menina inglesa, porque acho que há gente a mais a dizer alarvidades sobre o assunto.

Tenho-me abstido de manifestar a minha repugnância pelo procedimento asqueroso da imprensa inglesa em relação à actuação da polícia portuguesa, porque acho que vozes de burro não chegam ao céu.

Tenho optado por não manifestar o meu desacordo pelas conferências de imprensa que a PJ dá em inglês, num abjecto acto de subserviência em relação a esta classe de gente (e gente não é, certamente, que gente não procede assim), porque reconheço que do alto da sua arrogância, apenas têm contribuído para revelar ao Mundo a mentalidade de merda que existe por dentro daquelas cabecinhas loiras.

Agora o que não vou engolir é que um filho de puta inglês, que se diz ser o arquitecto da casa onde mora o principal suspeito, que reside em Portugal há cerca de trinta anos e não fala uma palavra de português, tenha o descaramento de criticar a GNR porque, segundo afirma o cretino, tentou dar informações pelo telefone e foi atendido por um agente que não falava inglês.

Pior ainda, disse a besta com todo o ar de desdém que lhe coube naquelas fuças de porco inglês, foi quando, algumas horas depois voltou a telefonar e quem o atendeu sabia apenas algumas palavras da língua de sua majestade, a rainha da casa da maior pouca vergonha a que o Mundo assistiu nos últimos anos.

Estes ingleses não se mancam, mesmo.

Estes ingleses merdosos, que já no tempo da guerra afirmavam que a Europa estava completamente isolada pelo nevoeiro, estes ilhéus provincianos que em pleno século XXI continuam a conduzir fora de mão e a alimentar uma realeza de putaria, estes negreiros sem vergonha que espalharam e deixaram escravatura e racismo pelos quatro cantos do Mundo, estes arruaceiros de merda que espalham o terror pelos campos de futebol da Europa, têm o topete de viver trinta anos num país que lhes oferece um sol radioso, como eles nunca imaginaram existir, sem se darem ao trabalho de aprender uma palavra da nossa língua, ainda têm tempo de antena num canal de televisão nacional para falarem mal de nós?

Mas afinal que trampa de república de bananas é esta, que beija a mão a quem nunca respeitou um aliado, que parece ter esquecido o célebre mapa cor-de-rosa, com que nos roubaram metade de África, e fica impávida e serena, a ouvir os desabafos destes alarves, sem ao menos um protesto oficial.

Por onde é que anda o "gasolineiro" de Boliqueime quando a honra do país necessita ser defendida?

Onde é que está o "inginheiro" feito à pressa, sempre tão lesto a acariciar os "tomates" aos amigos trabalhistas?

Já não resta nem um pouco do orgulho nacional?

Depois admiram-se que meia dúzia de gatos-pingados, apreciadores de concursos televisivos, reabilitadores de apresentadeiras escorraçadas da política, façam do maior ditador do século vinte, o maior português de sempre.

Ao fundo com a Inglaterra e puta que pariu os ingleses!"

Quem escreveu isto não é gago não senhor...

DAA - Designers against Aids


DAA - Designers against Aids



Designers against Aids (DAA) é um projecto não lucrativo da beleza sem ironia, que foi fundado para aumentar a consciência nos meios internacionais e para o público geral. Nós fazemos isto, pedindo aos famosos e emergentes Fashion Designers, Músicos, Artistas e outras celebridades para criar o projectos que depois imprimimos em artigos tais como t-shirts, sweaters, caixas de preservativos, ringbinders, etc..

DAA - Designers against Aids

Para o DAA de 07-'08 de Fall/Winter ' apresenta uma nova colecção de t-shirts e sweaters projectados por Francisco Costela para a coleção de Calvin Klein, Playboy, Faithless, Katharine Hamnett, irmãs de Scissor, os Cardigans, Rogan Gregory, Christophe Coppens e Hemingway Design.
As t-shirts e as sweaters são feitos em algodão orgânico numa comunidade de comércio justo na Índia, com a ajuda de empresas alemãs, onde 50% dos rendimentos líquidos das vendas destes
t-shirts e sweaters serão doados ao Instituto para a medicina Tropical em Antuérpia (www.itg.be) para as suas inovadoras pesquisas contra a aids e para ajudar ao consciente trabalho dos doutores em África contra a aids.

Quem estiver interesado em ajudar consultar a página www.designersagainstaids.com
Obrigada.

DAA - Designers against Aids

Erwin Olaf pegou nesta foto - caracterizando um jovem par feliz - para a Designers against Aids (DAA), que seria supostamente mostrada pela primeira vez na Arnhem Fashion Biennal (de 01a 30 Junho de 2007).

Entretanto, o mayor de Arnhem achou por bem e recomendou não pendurar a foto - ampliada a 2 mts altura e a 3 mts de largo - possivelmente porque pôde afugentar as pequenas crianças.

Com os 70% do povo jovem Holandés a praticar sexo inseguro e com a infecção de hiv de novo em ascensão, mostrar o nosso trabalho desta forma para aumentar a consciência nos meios internacionais e público geral, talvez não seja a maneira mais esperta de ir sobre as coisas, talvez o mayor tenha o seu ponto de vista.

Você pensa que esta foto é chocante?

Por favor deixe-nos saber em: ninette@pandora.be

DAA - Designers against Aids


Para o dia mundial contra a sida em 2005, a DAA apresentou uma enorme lona de 200 M2 com um texto pelo grupo da dança de Britânico faithless na estação central de Antuérpia. Durante o mês de dezembro, os muitos dos viajantes viram-no e deram-lhe esperançosamente um pensamento!

Música de John Lennon pela paz no Darfur


Instant Karma: The Amnesty International Campaign to Save Darfur"Instant Karma: The Amnesty International Campaign to Save Darfur" é o título da colectânea que reúne alguns dos nomes mais importantes do mundo da música à volta do drama do genocídio na região do Darfur, Sudão. À venda a partir de 2 de Julho, "Instant Karma" é composto por 28 versões de temas de John Lennon, agora reinterpretados por artistas como os U2, Christina Aguilera, Green Day e Ben Harper. "Gimme Some Truth", "#9 Dream" e "Imagine" são algumas das canções recuperadas do repertório de John Lennon. O projecto é realizado e coordenado pela Amnistia Internacional e todos os lucros das vendas do disco reverterão a favor da campanha "Make Some Noise". O alinhamento de "Instant Karma":

Al Gore, O missionário ambiental


Costumava ser o próximo Presidente dos EUA. Em vez disso, tornou-se na voz dos ecologistas. Conheça o homem que quer salvar o planeta


Imagine como ficará alguém que vence o jackpot do Euromilhões e, a caminho de reclamar o prémio, perde o boletim. Ou melhor, que lho roubam.Foi mais ou menos isso que Al Gore sentiu, em Dezembro de 2000. A um passo de se tornar na pessoa mais poderosa do planeta, depois de ganhar o sufrágio popular por mais meio milhão de votos do que o adversário, George W. Bush, é brutalmente acordado do sonho de uma vida por um Supremo Tribunal de maioria republicana, que impede recontagens no Estado-chave da Florida.O ex-«vice» de Clinton perdeu algum tempo a juntar os cacos e a recompor-se. Engordou, deixou de fazer a barba, exilou--se, durante seis semanas, na Europa. Desapaixonou-se de uma democracia que, aos seus olhos, o traiu. Mas depressa se reapaixonou: o Ambiente passaria a ser a causa da sua vida. Em 2006, seria eleito líder da Geração Verde, após despertar milhões de pessoas para o aquecimento global, com Uma Verdade Inconveniente, um documentário que pouco mais é do que um molho de gráficos por ele explicados. Os EUA não quiseram Gore e o mundo agradeceu a oferta.A nova cara de Arnold Albert Gore Jr., 59 anos, apenas é improvável para quem não acompanhou de perto a sua carreira. Os sinais já vinham de trás. Gore foi um dos primeiros políticos a referir-se à necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), no final da década de 70, quando os cientistas começavam a entender o efeito de estufa. Usava, assim, o pedestal político para dar voz aos alertas de Roger Revelle, seu professor em Harvard e pioneiro na medição dos níveis de CO2 na atmosfera.Ao jovem congressista, que sentia a política correr-lhe nas veias, não lhe passava pela cabeça que esse seria o seu primeiro passo no caminho da evangelização do mundo. Mas ainda levaria quase 30 anos até se tornar num missionário ambiental de corpo e alma.



Faz-se à estrada


Al Gore nasceu na capital dos EUA, em 1948, fruto do baby boom que se seguiu à II Guerra Mundial. Filho de Al Gore Senior, um membro da Câmara dos Representantes (que se tornaria senador, cinco anos mais tarde), e de Pauline LaFon (uma das primeiras mulheres a tirar uma licenciatura na prestigiada Universidade de Direito de Vanderbilt), passou uma infância repartida entre um claustrofóbico quarto de hotel, em Washington, e a enorme quinta da família, na vila de Cartago, no Estado sulista do Tennessee.Como qualquer pai, Al Senior tentou transmitir ao filho as suas próprias ambições: Junior foi educado para, um dia, ser Presidente. Cresceu rodeado de políticos, estudou na melhor universidade do país, aprendeu o valor do trabalho nas plantações de tabaco dos pais. Até passou pelo cliché de se casar com a mulher que conheceu no baile de finalistas.Pacifista, teve a oportunidade de imitar Bush, usando as influências familiares para integrar a confortável Guarda Republicana e assim fugir ao Vietname. Mas acabou por se alistar, para que o seu pai não fosse prejudicado politicamente. A Administração Nixon, porém, com medo de que alguma coisa acontecesse a Gore Junior e aumentasse a simpatia popular pelo senador, suspendeu temporariamente a sua ida para a guerra. Pelo menos, até Gore Senior perder a reeleição, no Tennessee, para o republicano Bill Brock, em 1970.Al serviu no Vietname como repórter do jornal militar, durante cinco meses. Regressou desiludido com a democracia que desprezou o seu pai e encaminhou milhares de jovens para a morte, numa guerra inútil. Tornou-se jornalista do Tennessean, o maior jornal do Estado. Mas o bichinho da política voltou a morder. Em 1976, dá uma alegria a Gore Senior, como este recordou, numa entrevista, em 1992, repetindo o diálogo com o filho. – Pai. – O que foi, filho? Alguém se magoou? – Não, não. O nosso congressista acabou de anunciar que não vai voltar a concorrer e eu vou candidatar-me.Minutos antes de fazer o seu primeiro discurso de candidatura, Al Gore vomitou.


A evolução de um político


Nos primeiros tempos como congressista eleito pelo Tennessee, Gore mostrou-se um defensor dos temas queridos ao Estado rural e conservador que representava. Era contra o aborto, apoiava o lóbi das armas e chegou a apelidar a homossexualidade de «anormal». Evoluiu e, ao passar cada vez mais tempo longe do Sul, tornou-se num político bem mais liberal – amigos asseguram que o nascimento das três filhas muito contribuiu para isso. Hoje, odeia que lhe recordem as velhas convicções. Quando lhe perguntam se deslizou para a esquerda, Al Gore prefere ignorar o passado, garantir que se mantém no mesmo sítio e dizer que a actual administração americana, ao fugir para a direita, é que forma a ilusão de que todos os outros se transformaram em liberais.O seu maior conflito interno, no entanto, foi o tabaco, nos momentos em que teve de tomar posição no Congresso. A terra que havia eleito Gore dependia das plantações para sobreviver, e a sua própria família tinha uma. O congressista aprovou leis que obrigavam a alertas mais visíveis nos maços, mas defendia os apoios financeiros à produção. Uma dolorosa ironia chegou, em 1982: a irmã mais velha, Nancy, uma fumadora compulsiva, estava a morrer de cancro. A família acabaria por abandonar as plantações, embora Gore sentisse ter uma obrigação para com o povo que o elegeu. Durante anos, a tragédia pessoal manteve-se na sombra das necessidades do Tennessee.Em 1988, aos 39 anos, disputou as primárias do Partido Democrata, para se candidatar à Presidência. Tentou evitar ataques à sua idade, comparando-se com John Kennedy. «Há 27 anos, os eleitores americanos substituíram o homem mais velho a ocupar a Presidência pelo mais novo de sempre. Acredito que estão preparados para o fazer outra vez.»Não estavam. Nos anos seguintes, teria tempo para a primeira grande incursão pelo Ambiente. Vinha aí um livro polémico e arrojado.



O primeiro ‘best-seller’


Pouco depois de abandonar a corrida à Presidência, o seu filho, Albert III, foi atropelado e ficou algumas semanas ligado às máquinas. Gore reavaliou a sua vida. Gorada a candidatura, teria de encontrar outra forma de fazer a diferença. Escreveu Earth in the Balance (A Terra à Procura de Equilíbrio), um tratado ambientalista que já alertava para os efeitos do aquecimento global e para a urgência de avançar com planos políticos fracturantes como única forma de salvar a Terra. Numa frase que se tornou famosa, Gore resumia o seu trabalho: «Temos de tornar a salvação do Ambiente no objectivo central da nossa civilização.» O livro foi uma pedrada no charco.Publicado em Junho de 1992, viria a ser a primeira obra escrita por um senador a constar da famosa lista de best-sellers do New York Times, desde Profiles in Courage, de John Kennedy. O que enfureceu ainda mais os conservadores, chocados com o radicalismo de um livro que, diziam, estava recheado de ideias perigosas para a economia e para o modo de vida americano. E, nos EUA, ser acusado de perturbar o tal «modo de vida» é uma heresia aos olhos dos eleitores e, politicamente, quase fatal. Ainda mais perigoso seria pela proximidade das eleições presidenciais, com a dupla Clinton-Gore a concorrer contra George Bush (pai) e Dan Quayle. O candidato republicano a vice-presidente aproveitou Earth in the Balance para desancar Gore, chamando-lhe «um hipócrita» que enchera o livro de «porcaria liberal» para ganhar simpatias entre os ecologistas. [Felizmente para Gore, a voz de Quayle não chegava ao céu. O homem ainda hoje é famoso pelas suas gaffes monumentais, que fazem o actual presidente parecer um poço de cultura: desde soletrar mal a palavra «batata» a frases como «O futuro será melhor amanhã».]Os ataques não o abalavam. Se Gore já provara ser um político amante de consensos, adaptável e pronto a evoluir em vários assuntos, no Ambiente não faria concessões. Nunca e a ninguém. Recusou-se sempre a mudar uma vírgula que fosse das suas ideias em Earth in the Balance. «Já esperava essas críticas e, hoje, uso-as como medalha de honra», comentou, recentemente.


Um ‘homem brilhante’


Antes de conhecer Bill Clinton, Gore dizia que não queria ser vice. Depois, mudou de ideias – estar na sombra de um homem que se admira não envergonha. Na noite da vitória, Gore definiu o Presidente: «Clinton ganhou porque estava preparado para perder. De onde venho, temos um nome para isso: carácter.»Ser vice-presidente é um dos cargos mais ingratos. Não toma verdadeiramente decisões, não colhe os louros dos sucessos, mas partilha os fracassos. Gore, apesar de tudo, teve a promessa de Clinton de que ficaria com pastas importantes nas mãos. Mesmo assim, continuava a ter mais tempo livre e menos responsabilidades do que queria. O Ambiente volta a concentrar-lhe as atenções. Em 1994, funda a Globe (acrónimo em inglês para Aprendizagem e Observações Globais para Beneficiar o Ambiente), uma associação internacional, com 109 países representados, que se dedica a acções de formação e educação ambiental.Carlos Pimenta, 52 anos, conheceu-o através da organização, quando era presidente europeu da Globe. O ex--secretário de Estado do Ambiente e ex-eurodeputado, conhecido pelo seu trabalho nas causas ambientais e nas energias renováveis, fez equipa com Gore durante 12 anos. Ficou a admirá-lo. «É um homem são, sincero, de princípios, persistente e honesto nas suas convicções. Uma pessoa brilhante e em quem se pode confiar.»Nos oito anos que passa sentado na segunda cadeira da Casa Branca, Gore mostra-se um entusiasta natural do Protocolo de Quioto. Em 1998, assina o tratado em nome dos EUA, mas o Senado avisa que não ratificará um documento que deixava de fora os países em desenvolvimento, nas obrigações de reduzir os gases com efeito de estufa.O acto acaba por se cingir ao seu simbolismo. Em 2000, com a vitória de George W. Bush, escreve-se uma das páginas mais embaraçosas da história da democracia americana e Quioto é posto no lixo. Por todas as razões, Al Gore quer justiça. Que não passará por uma desforra política. Nos anos seguintes, apontaria os canhões à Administração Bush, sim, mas num só sentido: desmascarar a política energética, que considera criminosa para o planeta. Ao lado do aquecimento global, tudo o resto parece mesquinho.